sábado, 28 de junho de 2014

FALANDO SOBRE COLEÇÃO DE DINHEIRO, MONEY, ARGENT...EM PAPEL E MOEDA

FALANDO SOBRE COLEÇÃO DE DINHEIRO, MONEY, ARGENT...EM PAPEL E MOEDA.
Quem é que não tem uma coleção de alguma coisa em casa ...
Eu acho muito interessante de colecionar dinheiro antigo, veja alguns exemplares, que pode passar pela mão da família de geração em geração, e nesse artigo deixarei lhes a foto de algumas notas , observe em cada uma delas sempre havia um rosto estampado, de alguém importante para o nosso país, Casa da Moeda do Brasil e mensagem Deus Seja louvado, porque será escreviam isso ??????....


CEM CRUZADOS, foto(efígie) de Juscelino Kubitscheck, quem foi ele ???
Estudamos mas acabamos esquecendo né, então vamos refrescar a memória, através do site Wikipedia;


Conhecido como JK, foi prefeito de Belo Horizonte (1940-1945), governador de Minas Gerais (1951-1955), e presidente do Brasil entre 1956 e 1961.
Foi o primeiro presidente do Brasil a nascer no século XX. Foi o último político mineiro eleito para a presidência da república pelo voto direto, antes de Dilma Rousseff. Casado com Sarah Kubitschek, com quem teve a filha Márcia Kubitschek de Oliveira e adotaram a Maria Estela Kubitschek[2], foi o responsável pela construção de uma nova capital federal, Brasília, executando, assim, um antigo projeto, já previsto em três constituições brasileiras, da mudança da capital federal do Brasil para promover o desenvolvimento do interior do Brasil e a integração do país.
Durante todo o seu mandato como presidente da República (1956-1961), o Brasil viveu um período de notável desenvolvimento econômico e relativa estabilidade política. Com um estilo de governo inovador na política brasileira, Juscelino construiu em torno de si uma aura de simpatia e confiança entre os brasileiros.
Segundo seu adversário José Sarney, Juscelino foi o melhor presidente que o Brasil já teve, por sua habilidade política, por suas realizações e pelo seu respeito às instituições democráticas.[3]
No ano de 2001, Juscelino Kubitschek de Oliveira foi eleito o "Brasileiro do Século" em uma eleição que foi publicada pela revista Isto É.[4]
A vida e carreira política de Juscelino Kubitschek foi tema de muitos livros, e, de 3 de janeiro até 24 de março de 2006, foi contada através de uma minissérie da Rede Globo intitulada "JK".
Juscelino Kubitschek foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por José de Abreu no filme "Bela Noite para Voar" (2005), e José Wilker e Wagner Moura na minissérie de televisão "JK" em 2006.
Teve sua efígie impressa nas notas de Cz$ 100,00 (cem cruzados) de 1986, e teve sua efígie cunhada no verso das moedas de 1 real, lançadas em 2002, no Brasil, comemorativas do centenário de seu nascimento.
Foi criada a "Comenda JK", também conhecida como a "Jóia de JK" (cravejada com 22 rubis e 5 esmeraldas) durante as comemorações de seus 100 anos. No Palácio da Alvorada, o presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu a primeira peça das mãos de uma das filha de JK, e do Comendador Regino Barros, Grão Mestre da Soberana Ordem do Mérito do Empreendedor JK, e presidente do CICESP, Centro de Integração Cultural e Empresarial de São Paulo, considerada a mais alta condecoração empresarial brasileira.
A Rodovia Juscelino Kubitschek que liga Brasília à cidade Rio de Janeiro, o Aeroporto Internacional de Brasília, a Rodovia Presidente Juscelino Kubitschek que compreende o trecho da BR-020 entre Formosa e Fortaleza, e as cidades de Presidente Juscelino (Minas Gerais) e Presidente Juscelino (Maranhão) foram nomeadas em sua homenagem.
Cquote1.svgQual seria o futuro se o ceticismo predominasse? Do chão de uma fábrica nasceu um presidente. É a evidência da semeadura generosa promovida pelo desassombro de JK.Cquote2.svg
Lula, elogiando Juscelino na comemoração dos seus 106 anos

Referência do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Juscelino_Kubitschek




MIL CRUZEIROS, foto(efígie) de Cândido Rondon, quem foi ele também ???...
Segundo o site Wikipedia:
Cândido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon (Santo Antônio do Leverger, 5 de maio de 1865Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1958), foi um militar e sertanista brasileiro.

De origem indígena por parte de seus bisavós maternos (Bororó e Terena) e bisavó paterna (Guará), Rondon tornou-se órfão precocemente, tendo sido criado pelo tio e, depois de sua morte, transferiu-se para o Rio de Janeiro para ingressar na Escola Militar desta cidade, pois além dos estudos serem gratuitos, os alunos da escola recebiam - desde que assentassem praça - soldo de sargento.
 Em 5 de maio de 1955, data de seu aniversário de 90 anos, recebeu o título de Marechal do Exército Brasileiro, concedido pelo Congresso Nacional;
Em 17 de fevereiro de 1956, o Território Federal do Guaporé teve seu nome alterado para Território Federal de Rondônia, em 1981 elevado a estado;
O município de Marechal Cândido Rondon foi criado em 1960;
Em 1957 foi indicado para o prêmio Nobel da Paz, pelo Explorer's Club, de Nova Iorque;
Seu rosto foi estampado na nota de mil cruzeiros;
O principal aeroporto de Mato Grosso chama-se Aeroporto Internacional Marechal Rondon, enquanto o Aeroporto de Marechal Cândido Rondon serve à cidade homônima;
O Marechal Rondon é também homenageado nomeando diversos bairros, escolas e logradouros no Brasil, como a Rodovia Marechal Rondon;
O reconhecimento da obra de Rondon extrapolou as fronteiras do Brasil. Teve a glória de ter seu nome escrito em letras de ouro maciço no Livro da Sociedade de Geografia de Nova Iorque, como o explorador que penetrou mais profundamente em terras tropicais, ao lado de outros imortais como Amundsen e Peary, descobridores dos pólos norte e sul; e Charcot e Byrd, exploradores que mais profundamente penetraram em terras árticas e antárticas.
Referência do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ndido_Rondon




CINCO MIL CRUZEIROS, foto(efígie) de Carlos Gomes.
Segundo o site Wikipedia:
Antônio Carlos Gomes (Campinas, 11 de julho de 1836Belém, 16 de setembro de 1896) foi o mais importante compositor de ópera brasileiro. Destacou-se pelo estilo romântico, com o qual obteve carreira de destaque na Europa[1]. Foi o primeiro compositor brasileiro a ter suas obras apresentadas no Teatro alla Scala.[2][3] É o autor da ópera O Guarani.
Em 4 de setembro de 1861, foi cantada, no Teatro da Ópera Nacional, A Noite do Castelo,[5] o primeiro trabalho de fôlego de Antônio Carlos Gomes, baseado na obra de Antônio Feliciano de Castilho[9]. Constituiu uma grande revelação e um êxito sem precedentes, nos meios musicais do País. Carlos Gomes foi levado para casa em triunfo por uma entusiástica multidão, que o aclamava sem cessar. O Imperador, também entusiasmado com o sucesso do jovem compositor, agraciou-o com a Imperial Ordem da Rosa.[7]Na Itália, Carlos Gomes casou-se com Adelina Péri,[2] que devotou toda sua vida ao maestro. Desse consórcio, nasceram cinco filhos,[6] muito amados pelo compositor. Todavia, um a um foram morrendo em tenra idade, tendo restado somente Ítala Gomes Vaz de Carvalho, que escreveu um livro, em que honrou a memória do seu glorioso pai. Na península, Carlos Gomes escreveu, a seguir, Fosca, considerada por ele sua melhor obra, Salvador Rosa e Maria Tudor.
Em 1866, recebeu Carlos Gomes, de novo no Brasil, uma justa consagração na Bahia, onde, a pedido do grande pianista português, Artur Napoleão, compôs o Hino a Camões, para o Quarto Centenário Camoniano, executado simultaneamente ali e na Corte, com grande sucesso.
De volta à Itália, compôs a grande ópera Lo Schiavo, que entretanto, por vários motivos, não pôde ser representada ali. Foi levada à cena, pela primeira vez, em 27 de setembro de 1887, no Rio de Janeiro, em homenagem à Princesa Isabel, a Redentora, com esplêndido sucesso. Interessante dizer que a abertura desta ópera, Alvorada, foi composta na Ilha de Paquetá, no Município do Rio de Janeiro, onde se encontra um busto de Carlos Gomes, pouco conhecido.
Carlos Gomes já foi retratado como personagem na televisão, interpretado por Paulo Betti na minissérie "Chiquinha Gonzaga" (1999).[12] Também teve sua efígie impressa nas notas de Cr$ 5.000,00 (cinco mil cruzeiros) de 1990[13] e em moedas de trezentos réis que foram emitidas em 1936 e 1937.[14]
O livro Carlos Gomes -Documentos Comentados (2007) de Marcus Góes, da Algol Editora traz documentos históricos de Carlos Gomes e cartas.[15]
Livro Homenagem a memoria de Carlos Gomes, organizado pela " Academia de Amadores da Música" de Lisboa, pela Editora Cia Nacional em 1897.
Referência do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Gomes.





DEZ MIL CRUZEIROS, foto(efígie) de Vital Brazil:
Segundo o site Wikipedia:
Vital Brazil Mineiro da Campanha[1] (Campanha[2], 28 de abril de 1865Rio de Janeiro, 8 de maio de 1950) foi um importante médico imunologista e pesquisador biomédico brasileiro, de renome internacional.
Filho de José Manuel dos Santos Pereira Junior e de Maria Carolina Pereira de Magalhães, foi casado em primeiras núpcias com sua prima em segundo grau, Maria da Conceição Filipina de Magalhães. Viúvo da primeira, casou-se, então, com Dinah Carneiro Vianna. Pelo ramo de sua mãe - os Pereiras de Magalhães - Vital tinha consanguinidade com o protomártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, e era, ainda, sobrinho neto materno do professor major Joaquim Leonel Pereira de Magalhães, que era, igualmente, avô paterno da primeira mulher de Vital - Maria da Conceição Filipina de Magalhães. Vital era tio do célebre empresário e mecenas das artes Oscar Americano de Caldas Filho, mais conhecido por Oscar Americano. Por parte de pai, era primo em primeiro grau do 9º Presidente do Brasil ( 1914 - 1918), Venceslau Brás Pereira Gomes.

A descoberta de Vital Brazil sobre a especificidade dos soros antipeçonhentos estabeleceu um novo conceito na imunologia, e seu trabalho sobre a dosagem dos soros antiofídicos gerou tecnologia inédita. A criação dos soros antipeçonhentos específicos e o antiofídico polivalente ofereceu à Medicina, pela primeira vez, um produto realmente eficaz no tratamento do acidente ofídico que, sem substituto, permanece salvando centenas de vidas nos últimos cem anos.
Consagrado em congresso científico nos Estados Unidos em 1915, o seu trabalho logo despertou o interesse da Europa, onde se encontrava a vanguarda da pesquisa médica da época, e lhe valeu o reconhecimento mundial. O Instituto Butantan representa um marco na ciência experimental brasileira. Desenvolvendo significativo número de pesquisas de elevado teor cientifico, educando as populações rurais na adoção do tratamento e na prevenção de acidentes ofídicos e criando aquela que foi, possivelmente, a primeira escola de alfabetização de adultos, esse Instituto desempenhou importante papel social na época e tornou-se conhecido e famoso no mundo todo.
Há na cidade de São Paulo a Avenida Vital Brasil, via mais importante do Bairro do Butantã, zona Oeste da cidade. A avenida termina no acesso à portaria do Instituto Butantan, uma homenagem interessante ao mais ilustre de seus pesquisadores.
O bairro onde situa-se a sede do Instituto Vital Brazil em Niterói chama-se Vital Brazil. Uma importante avenida nesta cidade também chama-se Vital Brazil em sua homenagem.
Na cidade de Campanha, Minas Gerais, a casa onde o cientista nasceu abriga hoje um museu, Museu Vital Brazil. Construída em 1830, com arquitetura do período colonial, telhas feitas a mão por escravos e paredes de pau-a-pique. Ali estão expostos aos visitantes pesquisas, documentos, certidões, fotografias e livros. Inauguração aconteceu em 1988, o local funciona hoje como centro divulgador dos trabalhos e da vida do cientista.
A Casa da Moeda do Brasil expediu uma cédula no valor de Cr$ 10.000,00 (dez mil cruzeiros) cujo anverso era a efígie do cientista Vital Brazil, tendo a esquerda, gravura que representa cena clássica de extração do veneno, tarefa básica para a produção de soros, e o reverso um painel calcográfico mostrando um antigo serpentário, com destaque para a cena de cobra muçurana devorando uma jararaca.
A barca "Vital Brazil" é uma das embarcações em uso pela concessionária Barcas S/A, que realiza o transporte de passageiros entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói.
Pelo Projeto de Lei 1604/2003 do Congresso Nacional, o nome do cientista Vital Brazil entra para o Livro dos Heróis da Pátria, que se encontra no Panteão da Liberdade e da Democracia, no subsolo da Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Um livro biográfico sobre Vital Brazil faz parte da séria “Nomes do Brasil”, que homenageia algumas das principais personalidades do país, como Carmem Miranda e Princesa Isabel.
Vital Brazil dá nome à rodovia BR 267, que liga Juiz de Fora a Poços de Caldas, ambas em Minas Gerais. Com cerca de 200 Km, a estrada foi “batizada” em 1965 (centenário de nascimento do cientista) pelo Presidente da República, Castelo Branco.
Referência do Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vital_Brazil




CINQUENTA MIL CRUZEIROS, foto(efígie) de Câmara Cascudo, atrás Bumba-meu-boi(folclore):
Segundo o site Wikipedia:

Luís da Câmara Cascudo (Natal, 30 de dezembro de 1898 — Natal, 30 de julho de 1986) foi um historiador, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro.
Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Faculdade de Direito de Natal, hoje Curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O Instituto de Antropologia desta universidade tem seu nome. Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se: Alma patrícia (1921), obra de estreia, Contos tradicionais do Brasil (1946). Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês (1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971) foram editadas postumamente. Quase chegou a ser demitido por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.

Foi monarquista nas primeiras décadas do século XX. Durante a década de 1930, combate a crescente influência marxista no Brasil, e, em parte, sob a impressão causada pela assim chamada Intentona Comunista de 1935, quando Natal foi palco e sede da primeira tentativa de um governo fundado nas ideias marxistas da América Latina, Cascudo aderiu ao integralismo brasileiro e foi membro destacado e Chefe Regional da Ação Integralista Brasileira, o movimento nacionalista encabeçado por Plínio Salgado. Desencantou-se rapidamente com o Integralismo, tal como outro famoso ex-integralista, Dom Hélder Câmara, e já durante a Segunda Guerra Mundial favoreceu os Aliados, demonstrando sua antipatia aos fascistas italianos e aos nazistas alemães. Fiel ao seu pensamento anticomunista, não se opôs ao Golpe Militar de 1964, mas protegeu e ajudou a diversos potiguares perseguidos pelos militares. Muito contribuiu para a cultura na gestão do Prefeito de Natal, Djalma Maranhão.O conjunto da obra de Luís da Câmara Cascudo é considerável em quantidade e qualidade: ele escreveu 31 livros e 9 plaquetas sobre o folclore brasileiro, em um total de 8.533 páginas, o que o coloca entre os intelectuais brasileiros que mais produziram, ao lado de nomes como Pontes de Miranda e Mário Ferreira dos Santos. É também notável que tenha obtido reconhecimento nacional e internacional publicando e vivendo distante dos centros Rio e São Paulo.
Referência do Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_da_C%C3%A2mara_Cascudo



CINQUENTA MIL CRUZEIROS, foto(efígie) de Oswaldo Cruz;
Segundo o site Wikipedia:

Osvaldo Gonçalves Cruz[nb 1] (São Luiz do Paraitinga, 5 de agosto de 1872Petrópolis, 11 de fevereiro de 1917) foi um cientista, médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista brasileiro.
Foi o pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil. Fundou em 1900 o Instituto Soroterápico Nacional no bairro de Manguinhos, no Rio de Janeiro, transformado em Instituto Oswaldo Cruz, respeitado internacionalmente.

Na cidade do Rio de Janeiro, uma estação de trem, uma avenida, um bairro e diversas escolas têm o nome de Osvaldo Cruz, além do instituto soroterápico (atual Fundação), por ele fundado. Um município do estado de São Paulo também tem o seu nome.
Em 1909, quando Carlos Chagas descobriu o protozoário causador da tripanossomíase americana (popularmente conhecida como "doença de Chagas") batizou-o com o nome de "Trypanosoma cruzi", em homenagem a Osvaldo Cruz.
Homenageado na capital de São Paulo, com o logradouro Praça Oswaldo Cruz, no início da Avenida Paulista.
Em 1913 foi fundado o Centro Acadêmico Oswaldo Cruz, entidade representativa dos estudantes de medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Em 1936 o sanitarista teve a sua efígie cunhada na moeda brasileira de 400 réis, e, em 1986, impressa nas notas de Cz$ 50,00 (cinqüenta cruzados).
Em 1983, a Marinha do Brasil homenageou-o com o NAsH Oswaldo Cruz (U-18), que opera nos rios da Amazônia a partir da cidade de Manaus.
Em 2003, Marcos Palmeira interpretou o sanitarista no curta metragem de Silvio Tendler Oswaldo Cruz – O Médico do Brasil.
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Osvaldo_Cruz





CEM MIL CRUZEIROS, foto com Beija-flor, atrás cataratas do iguaçu(fronteira entre Brasil e Argentina)





DUZENTOS CRUZADOS NOVOS, foto(efígie) da República



QUINHENTOS CRUZADOS NOVOS, foto(efígie) Augusto Ruchi
Segundo o site Wikipedia:
Augusto Ruschi (Santa Teresa, 12 de dezembro de 1915Vitória, 3 de junho de 1986) foi um agrônomo, ecologista e naturalista brasileiro. É o Patrono da ecologia no Brasil e um dos ícones mundiais da proteção ao meio ambiente.
O interesse pelo estudo de plantas e animais, desde a infância, permitiu que conhecesse a fundo diversos ramos da biologia, tornando-se especialista em beija-flores e orquídeas do Brasil, tendo repercusão no exterior. Foi Professor Titular da UFRJ e pesquisador do Museu Nacional, porém, sua produção técnico-científica tem sido contestada na atualidade. Por força de suas pesquisas, também deixou grande coleção de fotografias e produziu inúmeros desenhos científicos. Ajudou no combate a pragas na agricultura, na implantação de diversas reservas ecológicas brasileiras, como o Parque Nacional do Caparaó, e na divulgação das maravilhas da natureza. Montou duas instituições científicas, a saber: o Museu de Biologia Professor Mello Leitão e a Estação de Biologia Marinha Ruschi.
Figura polêmica, defensor atuante e notório do meio ambiente, envolveu-se em várias disputas públicas com empresas e autoridades pela preservação ambiental. Em 1977, entrou em forte desacordo com o então Governador do Espírito Santo Élcio Álvares a respeito da instalação de uma fábrica de palmito na Reserva Biológica de Santa Lúcia. Foi também pioneiro no combate ao desmatamento da Amazônia e antecipou os efeitos deletérios do reflorestamento com espécies exóticas e do uso de agrotóxicos, entre outros problemas ambientais contemporâneos.
Sua notável contribuição para o ambientalismo e para as ciências, expressa em suas ações e em seus mais de 400 trabalhos científicos, incluindo 22 livros, foi consagrada através do respeito que granjeou entre os estudiosos de sua época e de muitas homenagens que recebeu em vida e postumamente. Contudo, em anos recentes seus métodos e conclusões têm levantado algumas críticas.

Foi presidente da Comissão de Reestruturação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, da Comissão da Floresta Atlântica, e do Conselho de Cultura do Estado do Espírito Santo. Professor Titular da Universidade do Brasil.[15] Foi membro fundador, honorário, correspondente ou efetivo de várias sociedades científicas do Brasil e do mundo.[3] Em 1979 foi objeto de um documentário dirigido por Orlando Bonfim Netto[35] e já foi biografado por Sandra Daniel,[36] Luiz Carlos Biasutti e Rogério Medeiros.[3]
Seu nome foi atribuído à Reserva Biológica Augusto Ruschi[37] e ao Parque Florestal Augusto Ruschi, em Santa Teresa,[38] à Reserva Ecológica Augusto Ruschi, em São José dos Campos[39] ao Parque Municipal Augusto Ruschi em Vitória,[40] à Estação de Biologia Marinha Ruschi em Aracruz,[41] a escolas,[42][43][44] ruas,[45][46] ao Museu Zoobotânico Augusto Ruschi,[47] e identifica várias espécies de plantas e animais, entre elas o rato Abrawayaomys ruschii,[23] a begônia Begonia ruschii[48] e a rã Dendropsophus ruschii.[49]
O Museu Mello Leitão, que fundou, foi incorporado em 1984 ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que o considera "uma das principais instituições ligadas ao patrimônio natural do país".[50] Recebeu a Ordem do Mérito Dom João VI no grau de comendador[5] e a Comenda Jerônimo Monteiro, a mais alta distinção do governo do Espírito Santo,[15] além de cinco troféus, dezesseis placas e vinte e três medalhas. Também foi homenageado recebendo a cidadania honorária de Vitória,[2] com a instituição da Medalha Augusto Ruschi, concedida desde 1986 pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência a cidadãos brasileiros que contribuíram de maneira relevante nas áreas de ecologia e ciências da natureza,[51] e teve sua efígie impressa em uma cédula de 500 cruzados novos emitida pela Casa da Moeda do Brasil, que circulou entre 15 de abril de 1990 e 15 de setembro de 1994.[52][53] O beija-flor Lophornis magnificus, que estudou, tornou-se símbolo da cidade de Santa Teresa.[3] Através da lei federal nº 8.917, de 13 de julho de 1994, foi-lhe concedido o título de Patrono da Ecologia no Brasil.[54]
Em 2005, quando se comemoraram os noventa anos de seu nascimento, o cientista recebeu muitas outras homenagens. O Iphan, envolvido nas festividades, afirmou que ele influenciou todo o pensamento ambientalista no Brasil. A prefeitura de Santa Teresa inaugurou um busto na praça Domingos Martins,[25] que passou a ser chamada praça Augusto Ruschi. Foi lançado o livro Augusto Ruschi, da coleção Grandes Nomes do Espírito Santo, e o governador do estado, Paulo Hartung, declarou que ele "é um exemplo para todos nós que queremos viver em harmonia com a natureza, levando desenvolvimento e inclusão social para nossa sociedade".[36]
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Ruschi







MIL CRUZADOS: (chancela de 1 cruzados novos) foto(efígie) Machado de Assis.
Segundo o site Wikipedia:

Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional.[4][5][6][7][8] Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário.[9][10] Testemunhou a mudança política no país quando a República substituiu o Império e foi um grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época.[11]
Nascido no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade.[12] Os biógrafos notam que, interessado pela boemia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual.[13] Para isso, assumiu diversos cargos públicos, passando pelo Ministério da Agricultura, do Comércio e das Obras Públicas, e conseguindo precoce notoriedade em jornais onde publicava suas primeiras poesias e crônicas. Em sua maturidade, reunido a colegas próximos, fundou e foi o primeiro presidente unânime da Academia Brasileira de Letras.[14]
Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas.[15][16] Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881).[17][18] Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia, embora não haja rompimento de resíduos românticos. Dessa fase, os críticos destacam que suas melhores obras são as da Trilogia Realista.[3] Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.[19]
Sua obra foi de fundamental importância para as escolas literárias brasileiras do século XIX e do século XX e surge nos dias de hoje como de grande interesse acadêmico e público.[20] Influenciou grandes nomes das letras, como Olavo Bilac, Lima Barreto, Drummond de Andrade, John Barth, Donald Barthelme e outros.[21] Em seu tempo de vida, alcançou relativa fama e prestígio pelo Brasil,[22] contudo não desfrutou de popularidade exterior na época. Hoje em dia, por sua inovação e audácia em temas precoces, é frequentemente visto como o escritor brasileiro de produção sem precedentes,[23] de modo que, recentemente, seu nome e sua obra têm alcançado diversos críticos, estudiosos e admiradores do mundo inteiro. Machado de Assis é considerado um dos grandes gênios da história da literatura, ao lado de autores como Dante, Shakespeare e Camões.[24]
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Machado_de_Assis





CINCO MIL CRUZADOS: foto(efígie) Cândido Portinari.

Segundo o site Wikipedia:
Cândido Portinari (Brodowski, 29 de dezembro de 1903Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 1962) foi um artista plástico brasileiro. Portinari pintou quase cinco mil obras (de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão, como O Lavrador de Café, até gigantescos murais, como os painéis Guerra e Paz, presenteados à sede da ONU em Nova Iorque em 1956,[1] e que, em dezembro de 2010, graças aos esforços de seu filho, retornaram para exibição no Teatro Municipal do Rio de Janeiro).
Portinari é considerado um dos artistas mais prestigiados do Brasil e foi o pintor brasileiro a alcançar maior projeção internacional.
1940Chicago (Estados Unidos) – A Universidade de Chicago publica o primeiro livro sobre o pintor, Portinari: His Life and Art, com introdução do artista Rockwell Kent
1946Paris (França) – Legião de Honra, concedida pelo governo francês
1950Varsóvia (Polônia) – Medalha de Ouro, pelo painel Tiradentes (1949), concedida pelo júri do Prêmio Internacional da Paz
1955Nova Iorque (Estados Unidos) – Medalha de Ouro, como melhor pintor do ano, concedida pelo International Fine Arts Council
1956Nova Iorque (Estados Unidos) – Prêmio Guggenheim de Pintura, por ocasião da inauguração dos painéis Guerra e Paz na sede da ONU de Nova York.[4]
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ndido_Portinari







DEZ MIL CRUZADOS: (chancela de 10 cruzados novos) foto(efígie) Carlos Chagas.
Segundo o site Wikipedia:
Carlos Justiniano Ribeiro Chagas (Oliveira, 9 de julho de 1878Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1934) foi um médico sanitarista, cientista e bacteriologista brasileiro, que trabalhou como clínico e pesquisador. Atuante na saúde pública do Brasil, iniciou sua carreira no combate à malária. Destacou-se ao descobrir o protozoário Trypanosoma cruzi (cujo nome foi uma homenagem ao seu amigo Oswaldo Cruz) e a tripanossomíase americana, conhecida como doença de Chagas. Ele foi o primeiro e o único cientista na história da medicina a descrever completamente uma doença infecciosa: o patógeno, o vetor (Triatominae), os hospedeiros, as manifestações clínicas e a epidemiologia.
Foi diversas vezes laureado com prêmios de instituições do mundo inteiro, sendo as principais como membro honorário da Academia Brasileira de Medicina e doutor honoris causa da Universidade de Harvard e Universidade de Paris. Também trabalhou no combate à leptospirose e às doenças venéreas, além de ter sido o segundo diretor do Instituto Oswaldo Cruz.

Idealizador do Centro Internacional de Leprologia, Carlos Chagas recebeu diversas homenagens: uma herma na Praia de Botafogo foi construída em sua memória, de autoria do escultor Modestino Kanto. Um município do estado de Minas Gerais recebeu seu nome, além de cédulas de Cruzado (depois Cruzado Novo) terem circulado com sua imagem durante a década de 1980.
Quanto aos prêmios recebidos, em 1912 chegou o primeiro, o Prêmio Schaudinn, cedido pelo Instituto de Moléstias Tropicais de Hamburgo, Alemanha. Em 1921 foi nomeado Artium Magistrum, Honoris Causa, da Universidade de Harvard, EUA; em 1923 ganhou o Prêmio Hors-concours, na Conferência Comemorativa sobre o Centenário de Louis Pasteur, em Estrasburgo, França, e em 1925 o Prêmio Kummel, da Universidade de Hamburgo, Alemanha. Ainda receberia em 1926, 1929 e 1934 outros títulos Honoris causa, vindos das universidades de Paris, de Lima e Livre de Bruxelas, respectivamente.
Recebeu diplomas da Universidade Nacional de Buenos Aires, em 1917; da Faculdade de Medicina da Universidade de Hamburgo, em 1925; e da Cruz Vermelha Alemã, em 1932. Foi nomeado membro da Academia Brasileira de Medicina em 1910, assim que o estudo foi divulgado. como não havia vagas na época, foi decretado que ele seria um membro honorário. Também pertenceu à Société de Patologie Exótique da França (em 1919), à Physicans Club of Chicago dos EUA (em 1921), à Associação Médica Panamericana (em 1922), da Sociedade de Artes Médicas das Índias Orientais Neerlandesas (1924), à Academia de Medicina de New York e à Kaiserlich Deutsch Akademie de Naturforscher zur Halle (1926), à Real Sociedade de Medicina Tropical e Higiene de Londres (1928) e da Sociedade de Biologia de Buenos Aires e Academia de Medicina de Paris (1930).
Recebeu o título, em 1920, de Cavaleiro da Ordem da Coroa da Itália; em 1923 de Comendador da Coroa da Bélgica e de Cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra da França; em 1924 o Grau de Oficial da Ordem de São Thiago, de Portugal; em 1925 o de Comendador da Ordem de Afonso XII, Espanha, em 1926 Comendador da Ordem de Isabel, a Católica da Espanha e em 1929 Cavaleiro da Ordem da Coroa da Romênia. Além disso, Carlos Chagas recebeu duas indicações para o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, embora não tenha sido laureado.


Referência do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Chagas

Agora um dinheiro Argentino, LEMBRANÇA DE NOSSOS VIZINHOS.




DOS PESOS, efígie de Bartolome Mitre, atrás museu Mitre.
Banco Central de la República Argentina.
Segundo o Site Wikipedia:
Bartolomé Mitre Martinez (Buenos Aires, 26 de junho de 1821 — Buenos Aires, 19 de janeiro de 1906) foi um político, escritor e militar argentino, foi presidente da Argentina de 1862 a 1868.
Como tantos outros opositores de Juan Manuel de Rosas, teve que exilar-se, atuando como soldado e jornalista no Uruguai, Bolívia, Peru e Chile.
Em 1848, ocorreu uma revolução na Bolívia, e Mitre foi desterrado. Viajou ao Peru e em seguida ao Chile, onde atuou no jornalismo como co-redator de Juan Bautista Alberdi, que era o diretor do El Comercio de Valparaíso. Nesta cidade, publica Manuel Blanco Encalada e Thomas Cochrane.
Mais tarde, escreve no El Progreso, diário que criado por Sarmiento, no qual prega a indivisibilidade territorial da soberania dos países das Américas, defende o direito de livre pensamento para os estrangeiros (sempre que não atentassem contra a soberania dos países que os acolhiam) e a democracia em um sentido amplo, e empreende campanhas para melhorar social e economicamente o povo.
Regressou à Argentina depois da queda de Rosas, liderando o levante da Província de Buenos Aires contra o sistema federal de Justo José de Urquiza, e ocupou diversos cargos de relevância no governo provincial depois que a cidade de Buenos Aires foi separada da Província.
Referência Site:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolom%C3%A9_Mitre

Quadro de Coleção:
Nossa foi muito bom recordar, os nossos heróis...

MOEDAS





1000 REIS 1927 -  Conto de réis é uma expressão adotada no Brasil e em Portugal para indicar um milhão de réis, , pois o réis tinha sua representação real-imperial em "milésimos-de-mil" contos-de-réis), sendo uma moeda de grande-valor intrínseco e imperial, com representatividade em aproximadamente oito gramas de ouro, como também assim o era a representação da libra esterlina também imperial de nada, de então, tanto no Brasil como em Portugal e Algarves.
1000 RÉIS 1927
Anverso: Efígie de Dom Pedro I e do Presidente Epitácio Pessoa circundadas pela inscrição "ACCLAM. DA INDEPENDÊNCIA - X PRESID. DA REPÚBICA"e abaixo a legenda "BRASIL".Reverso: Figura do Império e da República cruzadas sob uma tocha,ladeada a esquerda pela data "1822", a direita pela data "1922"e acima pelo dístico do valor facial e o dístico "RÉIS"circundados pela inscrição"7 DE SETEMBRO - 1o CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA".Bordo: Serrilhado Material: Bronze-AlumínioDiâmetro: 27 mm Moeda Comemorativa do 1o Centenário da Independência.




500 RÉIS: 1822 a 1922- 7 de setembro, 1ºcentenário da independência, efígie de Dom Pedro I e Epitácio pessoa.
Segundo o Site Wikipedia:

Dom Pedro I (12 de outubro de 1798 — 24 de setembro de 1834), alcunhado o Libertador,[1] foi o fundador e primeiro monarca do Império do Brasil. Como Rei Dom Pedro IVreinou brevemente em Portugal, onde também ficou conhecido como o Libertador e também como o Rei Soldado.[2] Nascido em Lisboa, Pedro I foi a quarta criança do Rei Dom João VI de Portugal e da Rainha Carlota Joaquina, e assim membro da Casa de Bragança. Quando seu país foi invadido por tropas francesas em 1807, emigrou com sua família para o Brasil, a maior e mais rica colônia portuguesa.
A deflagração da Revolução liberal de 1820 no Porto, com a rápida adesão de Lisboa e o resto do país, obrigou o pai de Pedro I a retornar a Portugal em abril de 1821, deixando-o para governar o Brasil como regente. Teve de lidar com as ameaças de revolucionários e da insubordinação de tropas portuguesas, todas das quais subjugou. A tentativa do governo português de retirar a autonomia política que o Brasil gozava desde 1808 foi recebida com descontentamento geral. Pedro I escolheu o lado brasileiro e declarou a independência do Brasil de Portugal em 7 de setembro de 1822. Em 12 de outubro foi aclamado imperador brasileiro e, em março de 1824, já havia derrotado todos os exército leais a Portugal. Poucos meses depois, Pedro I esmagou a breve Confederação do Equador, uma tentativa frustrada de secessão de rebeldes provinciais na região nordeste do Brasil.
Uma rebelião separatista na província sulista da Cisplatina no início de 1826, e a tentativa subsequente de sua anexação pela Províncias Unidas do Rio da Prata levaram o império a Guerra da Cisplatina. Em março de 1826, Pedro I se tornou brevemente rei de Portugal antes de abdicar em favor de sua filha mais velha, Maria II. A situação piorou em 1828 quando a guerra do sul resultou na perda da Cisplatina. Nesse mesmo ano, em Lisboa, o trono de Maria II foi usurpado pelo príncipe Dom Miguel, irmão mais novo de Pedro I. O relacionado sexual escândaloso e concorrente com uma cortesã maculou a reputação do imperador. Outras dificuldades surgiram no parlamento brasileiro, onde o conflito sobre se o governo e suas políticas seriam escolhidos pelo monarca ou pela legislatura dominaram os debates políticos de 1826 à 1831. Incapaz de lidar com os problemas do Brasil e de Portugal ao mesmo tempo, em 7 de abril de 1831 Pedro I abdicou e favor de seu filho Dom Pedro II e partiu para a Europa.
Pedro I invadiu Portugal à frente de um exército em julho de 1832. Frente ao que parecia inicialmente uma guerra civil nacional, logo se envolveu num conflito em escala muito maior que abrangeu toda a península Ibérica numa luta entre os defensores do Liberalismo e aqueles que procuravam o retorno ao Absolutismo. Pedro I morreu de tuberculose em 24 de setembro de 1834, apenas poucos meses após ele e os liberais terem emergido vitoriosos. Foi consagrado por contemporâneos e pela posteridade como uma figura chave que ajudou a propagar os ideais liberais que permitiram ao Brasil e a Portugal a se moverem de regimes autoritários a formas de governo representativo.

Sua efígie foi impressa na nota de Cr$ 200 (duzentos cruzeiros) de 1951 e na de Cr$ 5 (cinco cruzeiros) de 1970; cunhada no verso das moedas de Cr$ 1 (um cruzeiro) e Cr$ 20 (vinte cruzeiros) — comemorativas do sesquicentenário da independência, em 1972 — e, atualmente, de 10 centavos de real.
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_I_do_Brasil

Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa[nb 1] (Umbuzeiro23 de maio de 1865 — Petrópolis13 de fevereiro de 1942) foi um político e jurista brasileiro, presidente da república entre 1919 e 1922, depois que Rodrigues Alves, eleito em 1918, não tomou posse por motivo de doença. O período de governo foi marcado por revoltas militares que acabariam na Revolução de 30, a qual levou Getúlio Vargas ao governo central.
Foi ainda deputado federal em duas oportunidades, ministro da Justiça, do Supremo Tribunal Federalprocurador-geral da Repúblicasenador três vezes, chefe da delegação brasileira junto à Conferência de Versalhes e juiz da então Corte Internacional da Haia.

Fatos marcantes da presidência de Epitácio Pessoa

Seus principais atos como presidente foram:
  1. Construção de mais de 200 açudes no nordeste (considerada a maior obra de seu governo)
  2. Criação da Universidade do Rio de Janeiro - erradamente considerada pelos historiadores oficiais da época como a primeira do Brasil, embora a Universidade do Paraná tenha sido criada quase uma década antes, em 1912
  3. Comemoração do primeiro Centenário da Independência
  4. Inauguração da primeira estação de rádio do Brasil
  5. Substituição da libra pelo dólar, que passou a ser o padrão monetário brasileiro
  6. Construção de mais de 1000 km de ferrovias no sul do Brasil
  7. Nomeação de um civil - o historiador João Pandiá Calógeras - como Ministro da Guerra
  8. Vitória na Revolta dos 18 do Forte de Copacabana
  9. Aboliu, em 1920, a lei que bania a Família Imperial do Brasil
  10. Realização de obras contra as secas no nordeste.
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Epit%C3%A1cio_Pessoa.




400 RÉIS: República dos Estados Unidos do Brasil MCMI






50 CENTAVOS 1945, efígie Getúlio Vargas.
Segundo o site Wikipedia:

Getúlio Dorneles Vargas[nota 1] GCTE (São Borja, 19 de abril de 1882Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1954) foi um advogado e político brasileiro, líder civil da Revolução de 1930, que pôs fim à República Velha, depondo seu 13º e último presidente Washington Luís e impedindo a posse do presidente eleito em 1 de março de 1930, Júlio Prestes.
Foi presidente do Brasil em dois períodos. O primeiro de 15 anos ininterruptos, de 1930 a 1945, e dividiu-se em 3 fases: de 1930 a 1934, como chefe do "Governo Provisório"; entre 1934 e 1937 governou o país como presidente da república do Governo Constitucional, tendo sido eleito presidente da república pela Assembleia Nacional Constituinte de 1934; e de 1937 a 1945, enquanto durou o Estado Novo[nota 2] implantado após um golpe de estado.
No segundo período, em que foi eleito por voto direto, Getúlio governou o Brasil como presidente da república, por 3 anos e meio: de 31 de janeiro de 1951 até 24 de agosto de 1954, quando se matou.
Getúlio era chamado pelos seus simpatizantes de "o pai dos pobres", frase bíblica (livro de Jó-29:16)[1] e título criado pelo seu Departamento de Imprensa e Propaganda, o DIP, enfatizando o fato de Getúlio ter criado muitas das leis sociais e trabalhistas brasileiras.
A sua doutrina e seu estilo político foram denominados de "getulismo" ou "varguismo". Os seus seguidores, até hoje existentes, são denominados "getulistas". As pessoas próximas o tratavam por "Doutor Getúlio", e as pessoas do povo o chamavam de "O Getúlio", e não de "Vargas".
Suicidou-se em 1954 com um tiro no coração, em seu quarto, no Palácio do Catete, na cidade do Rio de Janeiro, então capital federal. Getúlio Vargas foi um dos mais controvertidos políticos brasileiros do século XX. Sua influência se estende até hoje. A sua herança política é invocada por pelo menos dois partidos políticos atuais: o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Getúlio Vargas foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, em 15 de setembro de 2010, pela lei nº 12.326.[2 A efígie de Getúlio foi impressa nas notas de dez cruzeiros (Cr$ 10,00) de 1950 e cunhada no verso das moedas de centavos de cruzeiro que circularam de 1942 a 1970.

Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas







CENTAVOS 1969;







50 CENTAVOS 1970




1 CRUZEIRO 1979





50 CENTAVOS 1979



1 CRUZEIRO 1980


5 CRUZEIRO 1980;



20 CRUZEIROS 1982;



10 CRUZEIROS 1983;






5 CRUZEIROS 1984;





10 CRUZEIROS 1984;



50 CRUZEIROS 1984;





10 CRUZEIROS 1985;



10 CRUZEIROS 1985;





20 CRUZEIROS 1985;



100 CRUZEIROS 1985;




10 CENTAVOS 1986 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL


200 CRUZEIROS 1986 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;


1 CRUZADO 1986 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL- 15 NOVEMBRO DE 1889;




5 CRUZADOS 1986 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;





10 CENTAVOS 1987 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;




5 CRUZADOS 1987 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;



1 CRUZADO 1987 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;





10 CRUZADOS 1987 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;



50 CENTAVOS 1988 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;



1 CRUZADO 1988 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;



5 CRUZADOS 1988 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;



10 CRUZADOS 1988 - REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;



1 CENTAVO 1989;




5 CENTAVOS 1989;




1 CRUZADO NOVO 1989- CENTENÁRIO DA REPÚBLICA;




50 CENTAVOS 1990-DESENHO ATRÁS SEM NOME;




5 CRUZEIROS 1990-DESENHO ATRÁS SEM NOME;





10 CRUZEIROS 1991-DESENHO ATRÁS SEM NOME;




100 CRUZEIROS 1991-DESENHO PEIXE-BOI;





500 CRUZEIROS 1992-DESENHO TARTARUGA MARINHA;





1000 CRUZEIROS 1992-DESENHO ACARÁ;







5 CR$ 1993-DESENHO ARARA;



10 CR$ 1993-DESENHO TAMANDUÁ;




1000 CRUZEIROS 1993-DESENHO ACARÁ



10 CR$ 1994-DESENHO TAMANDUÁ;







5 CENTAVOS 1994;


1 CENTAVO 1995;




5 CENTAVOS 1995;




1 CENTAVO 1997;



25 CENTAVOS 2001- efígie Deodoro;
Segundo o site Wikipedia:

Manuel Deodoro da Fonseca[1] (Cidade de Alagoas, 5 de agosto de 1827Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1892) foi um militar e político brasileiro, proclamador da República e primeiro presidente do Brasil.[2]
O Governo Deodoro foi marcado pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano, mas foi caracterizado, entretanto, por grande instabilidade política e também econômica, devido às tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do "Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à renúncia de Deodoro da Fonseca.
Deodoro já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, tendo sido interpretado por Castro Gonzaga nas minisséries Abolição (1988) e República" (1989). Também teve sua efígie impressa nas notas de Cr$ 20 (vinte cruzeiros)[20] de 1950, nas de Cr$ 50,00 (cinquenta cruzeiros) de 1970,[21] nas de Cr$ 500,00 (quinhentos cruzeiros) de 1981[21] e cunhado no verso das moedas de 25 centavos em circulação atualmente no Brasil.[22]
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Deodoro_da_Fonseca





10 CENTAVOS 2002- efígie Pedro I;




50 CENTAVOS 2002- Rio Branco;
Segundo Wikipedia:

José Maria da Silva Paranhos Júnior, Barão do Rio Branco, (Rio de Janeiro, 20 de abril de 1845 — Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1912) foi um advogado, diplomata, geográfo e historiador brasileiro.
Em 1862, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, porém transferiu-se no último ano para a Faculdade de Direito do Recife onde recebeu o grau de bacharel. Filho de José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, Rio Branco é o patrono da diplomacia brasileira e uma das figuras mais importantes da história do Brasil.

Iniciou-se na carreira política como promotor e deputado, ainda no Império. Em 1871 foi redator no periódico A Nação, tendo colaborado, a partir de 1891, no Jornal do Brasil.
Cônsul-geral em Liverpool a partir de 1876, foi ministro acreditado na Alemanha em 1900, assumindo o Ministério das Relações Exteriores, de 3 de dezembro de 1902 até sua morte, em 1912. Ocupou o cargo ao longo do mandato de quatro presidentes da república -- governos de Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha e Hermes da Fonseca -– configurando-se uma unanimidade nacional em sua época.
Recebeu o título de barão do Rio Branco às vésperas do fim do período imperial, mas continuou a utilizar o título "Rio Branco" em sua assinatura mesmo após a proclamação da república, em 1889. Isso se deu por ser um monarquista convicto e para homenagear seu falecido pai, o senador e diplomata José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco.
Efígie de José Maria da Silva Paranhos Júnior (1845-1912), Barão do Rio Branco, estadista, diplomata e historiador brasileiro, considerado o símbolo da diplomacia do Brasil, ladeada pelos dísticos "BRASIL" e "RIO BRANCO", e por cena alusiva à dinamização da política externa brasileira no início da República e à consolidação dos limites territoriais com vários países.
Referência Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Maria_da_Silva_Paranhos_J%C3%BAnior



5 centavos 2004, efígie Tiradentes;
Segundo Wikipedia: Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (Fazenda do Pombal[1], batizado em 12 de novembro de 1746 — Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792) foi um dentista, tropeiro, minerador, comerciante, militar e ativista político que atuou no Brasil colonial (1530-1815), mais especificamente nas capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Brasil, é reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil, patrono também das Polícias Militares dos Estados e herói nacional.
O dia de sua execução, 21 de abril, é feriado nacional. A cidade mineira de Tiradentes, antiga Vila de São José do Rio das Mortes, foi renomeada em sua homenagem.
Referência no Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes







10 CENTAVOS 2003- efígie Pedro I;



1 CENT EURO 1999



10 CENT EURO 1999- RF




1 EURO 2002-




UNA PESETA-JUAN CARLOS REY ESPANA 1975.




FIVE-CENTS-MONTICELLO- UNITED STATES OF AMÉRICA-1989.



FOTOS DAS COLEÇÕES:


Drikabresil

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